
Ministério Público descarta agressão e pede arquivamento de caso Orelha
MP aponta ausência de provas de agressão e indica que morte do cão estaria ligada a condição de saúde preexistente, além de pedir arquivamento do caso. Por Carlos Villela (Folhapress) – O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento das investigações sobre a morte do cão Orelha, ocorrida em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis. Segundo a Promotoria, não há provas de agressão: os adolescentes investigados não estavam com o animal no momento dos fatos e os laudos apontam que a morte está ligada a uma condição de saúde preexistente, uma osteomielite decorrente de doença periodontal, e não a ferimentos. A análise incluiu quase 2.000 arquivos digitais, como vídeos e dados de celulares, além de novos depoimentos. O MP concluiu que a versão da agressão surgiu de boatos e redes sociais, inclusive sobre um suposto vídeo que nunca existiu, o que teria direcionado indevidamente a investigação.








