Oi, pessoal, tudo bem?
Hoje quero conversar com vocês sobre o caso do cão chamado “Orelha”. Foi difícil falar sobre isso, porque o assunto me trouxe muita tristeza e também várias reflexões importantes, principalmente sobre a maldade humana e a falta de respostas quando se trata das pessoas de classes sociais mais altas.
Quem acompanha o caso pelas redes sociais sabe que há muitas irregularidades, tanto do ponto de vista moral quanto jurídico. Não estou aqui só para defender o cão comunitário “Orelha”, mas quero deixar uma mensagem clara: justiça não tem classe social.
Embora muitas pessoas possam discordar do que estou dizendo, é importante lembrar que o Poder econômico sempre foi uma das principais causas de injustiças e atitudes imorais no mundo. No entanto, quero que vocês reflitam sobre a nossa Lei maior, a Constituição Federal do Brasil, que no seu Artigo 5º, caput, afirma que: “todos são iguais perante a lei”.
A verdade é que a justiça nem sempre funciona como deveria, porque às vezes algumas pessoas se corrompem, outras simplesmente ignoram a situação e há também quem escolha não aplicar punições mais severas para casos como o do Orelha.
Vale lembrar que vivemos em uma democracia moderna, na qual o objetivo é garantir justiça social — ou seja, oportunidades iguais e dignidade para todos.
Resumindo: não há democracia de verdade sem justiça. Sem proteger os direitos e lutar pela igualdade, o sistema democrático perde seu sentido ético e social.
Por isso, a justiça não deve ter relação com classes sociais.

Orelha

Para finalizar, a Pretinha (imagem acima), melhor amiga do “Orelha”, faleceu no início de fevereiro. Ela estava internada desde janeiro e faleceu em decorrência de falência renal.
#justiçapeloorelha
E #JUSTIÇA PARA TODOS OS OUTROS SERES ANIMAIS, VÍTIMAS DA CRUELDADE HUMANA!
Até mais, pessoal.
Dra.Giovana Demai



